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Art

By H. W. Janson, Anthony Janson

PDF from experiment.

título original:
History of artwork for younger People

Este livro oferece um landscape fascinante do desenvolvimento artístico do homem. É uma obra amplamente ilustrada: 382 ilustrações em preto-e-branco e 102 em cores integram-se perfeitamente ao texto, distribuindo-se de modo que facilite a referência e o acompanhamento dos comentários.

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Example text

Energ. Inverno; Comportamento Térmico dos Edifícios NI = Nec. E. / Decreto-Lei 40/90 de 6/2) Para tal é usado um método NVC = Nec. Nom. Energ. Verão; NV = Nec. °C) Elementos da Envolvente Zona Climática I1 I2 I3 1,25 1,80 1,00 1,60 0,90 1,45 1,65 2,00 1,30 2,00 1,20 1,90 Elementos exteriores: Zonas opacas horizontais Zonas opacas verticais Elementos interiores: Zonas opacas horizontais Zonas opacas verticais 8 1º Objectivo do RCCTE - Que o conforto no interior dos edifícios seja obtido sem excessivo dispêndio de Energia (Requisitos mínimos de qualidade térmica) VERÃO O RCCTE estabelece que os factores solares dos envidraçados nunca poderão exceder certos valores máximos: Factores solares máximos admissíveis Classe de Inércia Térmica Fraca Média Forte Zona Climática V1 V2 V3 0,15 0,56 0,56 0,15 0,56 0,56 0,10 0,50 0,50 9 Zonas Climáticas definidas na Regulamentação Portuguesa – INVERNO - Promover ganhos solares e restringir perdas por condução: • I1= Importante; • I2= Muito Importante; • I3= Muitíssimo Importante – VERÃO — Restringir ganhos solares e ganhos de calor por condução: • V1= Importante; • V2= Muito Importante; • V3= Muitíssimo Importante.

Expand. Extrud. 414,22 KgCO2eq GEE (kgCO2eq/ton) Materiais de Construção Extracção das matérias primas e fabrico Poliestireno 200 Vidro 1300 GEE CO2 (kg/GJ) N2O (g/GJ) CH4 (g/GJ) 140 9,4 2,5 Gás natural 64 0,1 102,5 Transport e (200 km) Fonte de Energia 500 Electricidade Bloco tijolo de 300 Gasóleo 74 4,3 1,5 Bloco betão de 200 Propano 64 0,6 3,5 Conclusões • • • • As boas soluções arquitectónicas em matéria de energia deverão considerar todos os aspectos aplicáveis. Como por exemplo; energia para manutenção do conforto térmico; energia eléctrica para iluminação artificial; energia incorporada na extracção, fabrico, e transporte dos materiais, sistemas e componentes utilizados na construção; Não existem ainda dados fiáveis que permitam aos arquitectos avaliarem diferentes soluções construtivas em termos do seu impacte no ambiente utilizando a metodologia de uma avaliação do ciclo de vida (LCA / Life Cycle Assessement) dos materiais da construção; O Design Arquitectónico tendo em atenção o desempenho dos espaços em termos da Iluminação Natural poderá ter um papel muito importante na redução das emissões de CO2 devidas aos edifícios.

Verão; NV = Nec. °C) Elementos da Envolvente Zona Climática I1 I2 I3 1,25 1,80 1,00 1,60 0,90 1,45 1,65 2,00 1,30 2,00 1,20 1,90 Elementos exteriores: Zonas opacas horizontais Zonas opacas verticais Elementos interiores: Zonas opacas horizontais Zonas opacas verticais 8 1º Objectivo do RCCTE - Que o conforto no interior dos edifícios seja obtido sem excessivo dispêndio de Energia (Requisitos mínimos de qualidade térmica) VERÃO O RCCTE estabelece que os factores solares dos envidraçados nunca poderão exceder certos valores máximos: Factores solares máximos admissíveis Classe de Inércia Térmica Fraca Média Forte Zona Climática V1 V2 V3 0,15 0,56 0,56 0,15 0,56 0,56 0,10 0,50 0,50 9 Zonas Climáticas definidas na Regulamentação Portuguesa – INVERNO - Promover ganhos solares e restringir perdas por condução: • I1= Importante; • I2= Muito Importante; • I3= Muitíssimo Importante – VERÃO — Restringir ganhos solares e ganhos de calor por condução: • V1= Importante; • V2= Muito Importante; • V3= Muitíssimo Importante.

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